CATEGORIA: Editoriais

E se os homens engravidassem?!

Imaginem pessoas comuns caminhando na rua em direção ao trabalho ou no intervalo do almoço e… discutindo aborto. Pois isto está acontecendo em São Paulo.

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Estado laico. O que é isso, companheira?

Estamos estarrecidas! A polêmica criada em torno do kit anti-homofobia e o recuo do governo federal ante as pressões vindas de alguns dos setores mais conservadores e preconceituosos da sociedade nos deixou perplexas.

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E a Páscoa das mulheres?!

No momento em que a comunidade cristã celebra a vitória da vida sobre a morte, Católicas pelo Direito de Decidir propõe à reflexão de noss@s leitor@s a declaração da Rede de Homens pela Equidade de Gênero. A tragédia de Realengo abalou todo o país. Mas os companheiros da RHEG chamam a atenção para o corte de gênero, a “tragédia dentro da tragédia”.

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Por todas as mulheres!

O que comunica mais: as palavras ou a mudança de comportamento? Sem dúvida, o que impacta mais a realidade é o que fazemos e não o que falamos. Por essa razão é tão difícil escrever um editorial sobre o “Dia Internacional das Mulheres”. Parece que tudo já foi dito e por muitas vezes. Mas, o fato é que as palavras podem nos ajudar a mudar nossa mentalidade e quando isso acontece, nossos comportamentos podem mudar também. É um processo longo, lento, mas mudar de mentalidade significa construir relações a partir de outra visão, diferente daquela que temos. Por essa razão, ainda temos algo a dizer neste dia.

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O Papa falou em democracia?!

O Papa em sua última declaração, dirigida diretamente aos bispos brasileiros afirmou que os projetos políticos que contemplam a descriminalização do aborto ou da eutanásia traem o ideal democrático. Esse é o mesmo Papa que quando responsável pela Congregação da Doutrina da Fé, condenou a Teologia da Libertação por considerá-la “política”.

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Em defesa da democracia!

A democracia é um dos bens mais preciosos que vêm sendo conquistados no Brasil, de forma lenta, às vezes contraditória, mas progressiva. As eleições, com todos os seus limites, representam um retrato da democracia formal. Trata-se de um momento privilegiado para que as diferenças se contraponham na arena política e assim se construam consensos e novas propostas para o bem do povo brasileiro.

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Repulsa ao sexo

Entre os três candidatos à Presidência mais bem colocados nas pesquisas, não sabemos a verdadeira posição de Dilma e de Serra. Declaram-se contrários para não mexer num vespeiro que pode lhes custar votos. Marina, evangélica, talvez diga a verdade. Sua posição é tão conservadora nesse aspecto quanto em relação às pesquisas com transgênicos ou células-tronco. Mas o debate sobre a descriminalização do aborto não pode ser pautado pela corrida eleitoral.

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Católicas pelo Direito de Decidir em Defesa da Vida

No final de agosto último, a Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, elaborou um texto com o propósito de orientar seus e suas fiéis sobre como votar bem nas próximas eleições. A Presidência e a Comissão Representativa dos Bispos do Regional Sul 1 da CNBB, por sua vez, divulgaram nota em que afirmam acolher e recomendar a divulgação dessas orientações. Católicas pelo Direito de Decidir, após tomar conhecimento do teor desses documentos, vem a público manifestar seu estranhamento e repúdio às afirmações falaciosas presentes no referido texto, o que de forma nenhuma condiz com o que esperamos de líderes religiosos que deveriam ser exemplo de ética e correção, especialmente ao assumir tarefa que não é própria do âmbito religioso, ou seja, interferir nas eleições, dirigindo-se inclusive a não católicos/as.

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A renovação da lista de delitos apresentada pela Congregação da Doutrina da Fé

Em julho deste ano, Igreja Católica publicou uma revisão do decreto “Sacramentum sanctitatis tutela,” promulgado em 2001 por João Paulo II. Além de não enfrentar com a energia necessária os graves crimes de pedofilia cometidos por integrantes do clero, o documento ousa colocar a ordenação de mulheres na lista de “crimes mais graves” quanto às questões sacramentais. Católicas pelo Direito a Decidir publica a seguir – e como editorial – o artigo em que a teóloga brasileira Ivone Gebara manifesta seu repúdio a mais essa manobra de encobrimento dos abusos sexuais cometidos por padres e mais esse ataque contra as mulheres promovido pelo Vaticano.

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